sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Sem Adeus

No dia em que morrer,
Não haverá uma chuva
Tampouco cartas ou adeus acalorado
Pois a vida não é um filme
E nem a morte,
Uma súbita decadência
A viola está na mochila,
E o que mais escuto é que:
"Até quando lágrimas?"
Eu tento,
Subo,
Desço,
Buscando um jeito
Mas estou cansado e só quero sombra
Todos os dias,
Você só diz,
"Por que as suas lágrimas caem?"
E só consigo responder:
"Já se deitou e se sentiu em pé?"
Nem todos sabem morrer

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